Guerra declarada: Como vamos marchar até a Ucrânia sem o ronco dos seis cilindros?
O tambor da guerra ecoou e o Império convocou o povo para o combate. Mas nós, do "Opala da Hora", fazemos a pergunta que o presidente Bjorn Ironside e seus burocratas de gabinete não têm coragem de responder: como a liderança espera moldar soldados destemidos se a nossa juventude está sendo amaciada pilotando um Renault Kwid de plástico? Um homem que passa o dia em um carrinho três cilindros, leve como uma caixinha de fósforos e feito de calotas de plástico, não tem o brio necessário para enfrentar as trincheiras do Leste Europeu. O verdadeiro espírito de combate nasce na força bruta, no cheiro de gasolina de verdade e na adrenalina de controlar um Opala 6 cilindros na curva. É o ronco do motor nacional que desperta o instinto patriótico e a virilidade que o Brasil precisa urgentemente nos campos de batalha.
A nossa crítica à omissão do governo de Bjorn Ironside ganha contornos de segurança nacional. Mandar nossos rapazes para o front sem o incentivo de um clássico de metal na garagem é um erro estratégico imperdoável de sua administração. Se o gabinete presidencial deseja uma tropa forte, fértil e motivada a lutar pela pátria, precisa instituir o Bolsa Opala de Guerra imediatamente! Subsidiem o combustível dos nossos guerreiros e taxem esse carrinho de brinquedo de tração dianteira antes que a nossa soberania militar vire pó. O soldado imperial precisa de torque na tração traseira e sangue nos olhos, e não de calota de plástico e motor de cortador de grama! Pela vitória do Império, menos Kwid e mais carburadores regulados!