☭ RESISTÊNCIA COMUNISTA
LUTAMOS PELA REVOLUÇÃO
POVOS LATINO-AMERICANOS: INIMIGOS POR FRONTEIRAS, UNIDOS POR INTERESSES
Enquanto a WW7 redesenha o mapa de Eclesiar, as guerras entre países vizinhos levantam uma questão fundamental: quem realmente se beneficia dos conflitos entre os povos?
🌎 UMA AMÉRICA LATINA DIVIDIDA
A WW7 continua transformando a América do Sul em um cenário de disputas territoriais. O Brasil, após perder a Amazônia para a Ucrânia, conquistou Cúcuta e também entrou em guerra contra o Chile.
Esses acontecimentos revelam as contradições de um continente em que os governos entram em conflito enquanto os povos compartilham desafios e interesses comuns.
Os trabalhadores brasileiros, colombianos e chilenos não precisam ser inimigos apenas porque seus governos estão em guerra.
☭ OS INTERESSES DE CLASSE ACIMA DAS FRONTEIRAS
Para os marxistas, é necessário perguntar quais interesses estão por trás de cada conflito. As conquistas territoriais podem ser apresentadas como grandes vitórias nacionais, mas é preciso questionar quem realmente se beneficia delas e quem suporta seus custos.
Enquanto os governos anunciam vitórias e redesenham fronteiras, a população pode acabar pagando o preço das decisões tomadas em seu nome.
O internacionalismo proletário parte de um princípio fundamental: os trabalhadores de diferentes países possuem interesses comuns que não desaparecem quando começam as guerras.
A união dos povos deve ser mais forte do que as rivalidades alimentadas pelos governos.
🇧🇷 A CONTRADIÇÃO DO BRASIL
O Brasil conhece os efeitos da expansão territorial na própria WW7: a Ucrânia conquistou a Amazônia brasileira, um acontecimento que colocou a soberania nacional no centro do conflito.
Entretanto, o Brasil também conquistou Cúcuta e declarou guerra ao Chile. Essa situação exige uma reflexão: podemos condenar a dominação de nosso território e ignorar as consequências das conquistas realizadas pelo nosso próprio governo?
Defender a soberania brasileira não significa abandonar a capacidade de questionar as ações do Estado brasileiro. Uma posição verdadeiramente internacionalista precisa aplicar seus princípios de maneira coerente.
🚩 A SOLIDARIEDADE NÃO TEM FRONTEIRAS
A América Latina não precisa aceitar que seus povos sejam colocados uns contra os outros em disputas por território e poder. A solidariedade entre trabalhadores brasileiros, colombianos e chilenos deve existir mesmo em períodos de conflito entre seus governos.
Isso não significa ignorar as diferenças políticas ou os acontecimentos da WW7. Significa reconhecer que a população não deve ser reduzida a instrumento das ambições de quem governa.
A mesma solidariedade que defendemos aos camaradas russos deve orientar nossa relação com os povos latino-americanos: nenhum povo deve ser tratado como inimigo natural de outro.
☭ A UNIDADE DOS POVOS CONTRA A DIVISÃO
A WW7 pode mudar fronteiras, derrubar governos e criar novas rivalidades. Mas a história não precisa ser escrita apenas por conquistas militares.
A Resistência Comunista defende a solidariedade internacionalista, a união dos trabalhadores e o direito dos povos de determinar seu próprio futuro.
Nossa luta não é contra os povos vizinhos. É contra as estruturas de exploração e as disputas de poder que colocam trabalhadores uns contra os outros.
☭ RESISTÊNCIA COMUNISTA
LUTAMOS PELA REVOLUÇÃO