
UNIÃO NACIONAL PORTUGUESA
INTRODUÇÃO
Saudações meus amigos!
Esta é uma altura do ano em que é difícil dispensar o pouco tempo-livre que temos em jogos, sendo que muitos de nós apenas consegue vir aqui treinar, trabalhar e pouco mais. Mesmo assim, eu decidi arriscar um baixo índice de “audiências” e lançar este artigo, o qual contém algumas propostas que podem servir como linhas orientadoras para a União Nacional, ou para qualquer cidadão que se diga ao serviço dos interesses de Portugal.
Para facilitar a leitura inseri algumas imagens como início de capítulo. Todo o texto foi escrito em guerra aberta com o corretor-ortográfico, mas mantendo sempre a devida formalidade que os tópicos requerem. Desde já apresento as minhas sinceras desculpas para qualquer erro ortográfico e/ou gramatical.
Capítulo I: A Comunidade Portuguesa
Não foi por acaso que escolhi colocar este tópico em primeiro lugar, pois considero a Comunidade Portuguesa o pilar de tudo e sem ela estar minimamente unida o país sofre sempre. Várias são as consequências de uma comunidade dividida e estas têm sempre um maior impacto nos mais fracos.
Na maioria dos casos os mais novos no jogo são as primeiras “vítimas” de uma comunidade tóxica e conflituosa, já que o pensamento da maioria dos novos-cidadãos passa por saber como evoluir no jogo para ajudar Portugal. Estes acabam por desmotivar após verem o foco dos mais experientes ser constantemente transferido para conflitos dos quais eles desconhecem a sua origem e razões.
Sofrem também os cidadãos com menos recursos, ao verem o seu progresso económico e militar sair prejudicado devido à falta de políticas de mercado e de acompanhamento ao cidadão, pois a ação governativa estará sempre condicionada pela instabilidade e divisão de uma comunidade em conflito interno.
A não ser que os grupos em conflito estejam de acordo relativamente à política de alianças para o país, será difícil também manter aliados por muito tempo. Poucos países confiam num país que não pode assumir compromissos de médio/longo-prazo. Um país sem uma comunidade estável, não é um aliado fiável.
O mesmo sintoma de incerteza aparece no plano económico, pois a confiança na moeda-nacional desce e não falo apenas dos vendedores estrangeiros que já não vão confiar no nosso mercado, mas também dos inegavelmente necessários trabalhadores que migram pelo jogo na procura de um salário melhor. É muita mão-de-obra e receita fiscal que não vem para o país, mas que muitas vezes acaba por ir para países inimigos e estes acabam por utilizar os proveitos disso em guerras contra Portugal.
UNIÃO NACIONAL NA COMUNIDADE:
1- Não alimentamos discussões sem sentido nem conteúdo, que nada acrescentam a Portugal e que venham a dificultar a existência de maiorias de consenso, considerando estas fundamentais para o progresso do país.
2- Como portugueses temos o dever de defender o nosso país e isso começa no interior da nossa comunidade, não permitindo ou tolerando comportamentos que coloquem em causa a paz social em Portugal e por consequência que coloquem em causa os interesses de todos nós.
3- Mesmo tendo posições divergentes, ou sem sequer conhecermos a pessoa, nunca iremos aceitar que um cidadão português seja de alguma forma perseguido e maltratado em chats/fóruns/conversas associados ao jogo.
4- Como cidadãos preocupados com a imagem e progresso do nosso país, iremos contribuir para um ambiente acolhedor e tratar com a urbanidade devida todos os cidadãos estrangeiros que visitarem a nossa comunidade, pois ser português é receber sempre bem quem vem de fora.
5- Apenas aceitamos administradores e/ou moderadores nas plataformas de comunicação utilizadas pela Comunidade Portuguesa que reúnam um consenso alargado no seio da mesma.

Capítulo II: A Governação
Nestes jogos já não é fácil montar equipas de governo como antes, pois há menos jogadores e a maioria sem tempo para ajudar na administração do país. Por isso mesmo eu considero quase uma proeza quando um governo se mantém ativo durante vários meses seguidos sem mudar nenhum ministro.
Governar significa muitas vezes trabalhar horas a fio em tópicos importantes para o país e ser compreensivo o suficiente para saber que os cidadãos, na maioria das vezes por falta de informação sobre os trabalhos do governo, podem criticar ou reclamar sobre esses mesmos tópicos. Que isso trará sempre uma frustração enorme e que a devemos converter em motivação para trabalhar em algo melhor e/ou que seja mais consensual e justo para todos.
UNIÃO NACIONAL NA GOVERNAÇÃO:
1- Não existe maior contributo para Portugal do que governar com dedicação, rigor, disciplina e sentido de Estado, colocando sempre e sem exceção os interesses de Portugal à frente dos interesses pessoais ou de uma minoria.
2- A partir do momento em que se está a governar Portugal, o partido político, a unidade militar e as empresas deixam de ser uma prioridade, pois as questões do Estado passam para o topo da agenda diária.
3- O cidadão que não ignorarmos hoje, poderá ser um dos nossos melhores jogadores amanhã e vir a ajudar imenso Portugal. Apoiamos governos que mantenham uma cultura de bom atendimento e ajuda ao novo-cidadão, para assim facilitar a sua integração e desenvolvimento inicial no jogo.
4- Nunca ou em qualquer momento aceitaremos que entidades externas tenham ou tentem ter influência na composição e decisão do Governo de Portugal. Esse é um direito reservado apenas e somente ao cidadão português.
5- Garantir o futuro da governação é garantir a manutenção do que de bom se faz hoje. Ajudamos sempre os novos membros de governo e no caso de serem menos experientes, serão dotados de todas as ferramentas e conhecimento necessários para que evoluam enquanto governantes e ajudem Portugal.
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