O governo imprime, o trabalhador recebe, a empresa paga. Mas se todo mundo correr para comprar moeda estrangeira, quem fica para fazer o Brasil crescer?
No Brasil de Eclesiar, o dinheiro não aparece por mágica.
O governo cria BRL gastando Gold. As empresas pagam salários. Os trabalhadores recebem. O governo arrecada impostos. As empresas vendem, compram e pagam novamente.
E assim o dinheiro gira.
Empresa → trabalhador → mercado → empresa → governo → mercado.
É esse giro que mantém a economia funcionando.
Mas existe uma pequena porta de saída: o Currency Market.
O jogador pode trocar BRL por Gold e, depois, transformar esse Gold em outra moeda.
Nada ilegal. Nada necessariamente errado.
O problema começa quando o dinheiro brasileiro passa mais tempo financiando outras economias do que circulando dentro da própria casa.
É como receber o salário e, antes mesmo de chegar em casa, gastar tudo na casa do vizinho.
O vizinho agradece.
O Brasil... nem tanto.
Hoje, o Tesouro brasileiro já possui BRL 4.342,792 e 1.241,811 Gold, além de diversas moedas estrangeiras.
Ter moeda estrangeira não é necessariamente um problema. Reservas podem ser úteis.
A questão é outra:
quanto da riqueza criada no Brasil continua sendo usada para comprar, produzir e investir no Brasil?
Porque quando um brasileiro compra de uma empresa brasileira, o dinheiro pode continuar circulando por aqui.
A empresa paga alguém.
Esse alguém compra alguma coisa.
Outra empresa recebe.
Paga outro trabalhador.
E o ciclo continua.
É o dinheiro trabalhando várias vezes antes de ir embora.
Quando o capital sai, esse ciclo pode ser interrompido.
E aqui está a grande provocação:
Um país não fica forte apenas porque tem dinheiro. Fica forte quando consegue fazer sua riqueza circular, produzir e voltar para a economia.
No fim das contas, talvez patriotismo econômico em Eclesiar seja menos sobre “quanto dinheiro eu tenho”...
...e mais sobre:
“quantas vezes meu dinheiro ajudou o Brasil antes de partir?”
Porque dinheiro parado não trabalha.
E dinheiro que vai embora cedo demais também não.
Mantenha o dinheiro circulando. Fortaleça o Brasil.